AUTOBRIOGRAFIA OCULTA …

Flavio Erwin Westmann – 02/07/2021

*** CLIQUE AQUI PARA LER A POESIA, QUE FIZ EM AGRADECIMENTO A TODOS QUE TEM ME AUXILIADO, E A VERSÃO O RESUMIDA DESTA AUTOBIOGRAFIA*********

Pessoal, bom dia. Acordei, ontem, com uma intuição que precisava dividir minha história de vida pessoal/profissional, principalmente com os amigos, que vieram da LOPES, empresa onde trabalhei como autônomo por quase dez anos da minha vida, entre um ou dois afastamentos temporários e demais profissionais Engenheiros, Arquitetos e colegas mais distantes.

Durante todo este tempo, poucos conheceram minha história de vida pessoal, pois, sempre achei, que a mesma, não se conectava com o lado profissional e além de não acrescentar nada as pessoas , eu nunca fui adepto de vitimismo….

Entretanto, ontem, ao despertar,  e por estar passando por um processo que , na data em que escrevo, já dura 9 meses, e tendo, recusado recentemente, diversos convites importantes, para voltar ao mercado, senti que era hora de abrir mão de meu orgulho, e expor parte da  minha história oculta, não só pela necessidade financeira atual, mas como forma de explicar ao mercado as minhas sucessivas recusas recentes de cargos, e , também, por perceber que poderia  contribuir, para fortalecer a fé de muitas pessoas, pela época conturbada que nossa humanidade vive … 

Estou com 55 anos. Nasci em uma família Judaica, muito simples, e quando era pequeno morava na Chácara Santo Antônio, Zona Sul  de São Paulo, onde, ainda, não havia asfalto e eu costumava ir por dentro de um matagal para chegar ao Carrefour, da marginal.

Estudei em escola de estado até a 7a série, por sinal no “Ennio Voz”, e brincava na rua com bola de gude, peão, pipa…, acrédito que como vários dos  mais “antigos” por aqui., ou seja tinha uma vida normal..

Meu pai, filho de imigrantes Judeus Alemães, teve uma infância muito pobre, morava em cima de uma padaria, com os pais, que entregavam pão de madrugada, pois apesar de meus avós,  na Alemanha, terem sido muito ricos,  deixaram tudo para trás a fim de sobreviverem ao Holocausto.

Meu avó paterno faleceu muito cedo em um acidente com o proprio caminhao da pradaria, quando meu pai tinha, apenas, 14 anos , fazendo com que ele tivesse que  abandonar os estudos e começar a trabalhar muito cedo.

Este fato o marcou emocionalmente,  profundamente e foi um dos motivos, pelos quais, o mesmo se dedicou a vida toda a ir em busca de conforto material para sua familia.

Fomos melhorando de vida , até que fui estudar no Mackenzie, a partir da 7a série. Continuava morando na Zona Sul, mas, já era acostumado desde pequeno a me virar sozinho  e, costumava pegar 2  ônibus e andar sozinho por aí desde os 10 anos de idade.

Deu certo, tive uma  infância, simples, mas boa e, com o tempo, meu pai virou um empresário de sucesso, que só tinha até a 8a série e ao longo da minha da minha vida a família foi se estabelecendo em um bom padrão financeiro, decorrente do árduo trabalho de meus pais.

Nossa família foi ascendendo finaceiramente, mas, meu pai, nunca superou seus traumas emocionais de infância…Apesar disso, aprendi com ele a importância e o valor do  trabalho e do estudo, que ele não pode concluir..

Minha mãe, também, descendente de Judeus Alemães foi a alma mais caridosa que já conheci em minha vida e, ao lado de meu pai, também, trabalhava muito.

Os dois já faleceram, meu pai, mais recentemente em 2019 , quando eu, ainda, estava na Lopes.. Seus últimos anos, acredito que fruto da qualidade de vida de muito trabalho, do emocional, da infância e do destino, foram muito difíceis, ficando com Parkinson, depois efizema pulmonar, dependente de oxigênio e acabou falecendo.A maioria, dos nossos últimos encontros, infelizmente, era para levá – lo ao hospital

Depois de muitos anos de relflexão, entendi  e descobri as duas maiores herancas que recebi , além da matérial ” a Força e Coragem de meu pai e o Amor e Sensibilidade da minha mãe”, qualidades, que até hoje, estou tentando integrar em mim, mesmo.

Com o tempo, fui estudar Engenharia Civil, e como todo bom filho , que possuía, na época, a possibilidade de fazer uma faculdade , tinha que ser médico, engenheiro ou administrador . Foi o que fiz, entrei com 17 anos na faculdade e quando, podia, ajudava no trabalho de meus pais…

Acredito, que até aqui, esta seja a historia de 80 % dos Judeus, fundadores das grandes Incorporadoras deste País, pois meu pai trabalhava com roupas e, depois, muitos Judeus, que formaram seus filhos engenheiros migraram para o Mercado Imobiliario e deram inicio a grandes Incorporaforas como Cyrela, Even… e tantas outras, conhecidas do mercado Imobiliario.

Entretanto, especificamente na minha família, não foi assim que se sucedeu…

Ao longo do tempo, os traumas de meu pai, associados a uma depressão de cinco anos de minha mãe,(criada por um pai Alemão autoritário, também, vítima do holocausto), de problemas no casamento , com a entrada da China no mercado de roupas, e de outra pessoa na vida íntima de meu pai, somadas as diversas crises econômicas do País, fizeram com que minha familia iniciasse uma decadência financeira vertiginosa e muito rápida.

Ao longo de poucos anos, fui acompanhando meus pais venderem um a um todos os bens conquistados…casa na praia, na montanha, lojas e garagens no bom retiro, a fábrica em Diadema, salas de escritório…até sobrar apenas alguns imóveis.

Até hoje, é muito difícil de entender o que se passou….

Neste período , eu cursava Engenharia no Mackenzie e ia acompanhando a sequência de problemas na familia..e, durante o 4° ano da Engenharia, fiquei doente tendo que passar por uma cirurgia para retiirar a vesícula, onde encontraram um grande pólipo e ganhei a minha primeira cicatriz no abdomem.(Mais para frente, irão entender o porque cito está cirurgia)

Não gostava do curso, mas acabei, mesmo assim é após o término, fui estudar Arquitetura a noite para poder trabalhar durante o dia e buscar uma maior realização, sem desperdiçar os 5 anos de Engenharia Civil, já cursados.

Com a herança da força de trabalho de meu pai, procurei estagiar nas melhores empresas ,na época ,do País. Trabalhei na antiga Gomes de Almeida Fernandez, na MHA, No Ruy Ohtake, no Maurício Kogan e em outras como estagiário….

Meu sonho era montar, um dia, um belo escritório de Arquitetura.

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Nesta época, em função da minha cirurgia e dos problemas familiares, muito novo, eu comecei uma busca por caminhos de elevação  espiritual, pois, não encontrava no Judaísmo( apesar, de hj saber que estão na Kabbalah) nada, que me desse uma luz, frente a estas dificuldades e para fortalecer minha fé.

Por volta de 1991, casei com minha esposa(a mesma até hj), que não era judia, quebrando um costume tradicional, na época. Eu, ainda era  estagiário no escritório do famoso Arquiiteto Ruy Ohtake.

Logo depois, nasceu meu filho e, apesar de sermos um casal jovem, procuramos educá-lo em uma linha de valores éticos, morais e espirituais, nao ligados a religiao e hoje. Ele se tornou um grande ser, amigo, carinhoso, esforçado e, atualmente, faz doutorado na Suíça, com uma bolsa concedida pela Universidade de Zurich, conseguida por seus próprios méritos. Procuramos dar a ele, toda afetividade, educacão e uma base emocional forte.

Nesta época, meus pais, ainda, estavam relativamente bem financeiramente, entretanto,  eu estudava a noite, estava quase me formando na Arquitetura e comecei a fazer projetos e montagem de lojas de Shopping, achando que, logo iria montar o meu escritório e que minha família, ainda, tinha uma  boa estabilidade financeira, podendo me dar algum suporte para minha carreira.

Entretanto, não foi bem assim que aconteceu…minha esposa engravidou, minha mãe começou um ciclo de depressão que durou 5 anos, e meu pai e eu a levávamos em tudo que existia, sendo internanda em clínicas e  psiquiatras  e passou por tudo que é tipo de tratamento, após várias tentativas de suicídio com remédios, até  descobrirem que ela era  Bipolar, e teria  que tomar Lítio  durante toda a vida

Nesta época, meu pai começou a sua decadência financeira, meu filho nasceu e eu, para aguentar o tranco, de recém casado e para não largar a faculdade, trabalhava de dia e de noite montando lojas de Shopping, estudando a noite e depois da faculdade, ainda voltava para os Shoppings, pois tinha obras noturnas.

Várias vezes, quase dormi ao volante, e quando chegava de madrugada em casa, ainda andava com nosso querido bebê no colo durante sua crises de choro…ou seja , praticamente não dormia..

Tivemos que sair de um apartamento emprestado em Campo belo, porque nao conseguiamos pagar o condominio e fomos morar numa quitchinete em cima do viaduto da praça 14Bis.

Passei muitos anos assim e a esta altura, já sabia que não teria o suporte financeiro na carreira da família, que imaginava, pois a mesma ia ladeira abaixo e que meu sonho de ter meu escritório dependeria, somente de meu trabalho ( que seria algo normal), mas, ainda tinha que gerenciar as diversas crises de saúde da minha mae e a relacão tumultuada entre meus pais…

Entretando, minha vida pessoal e do meu “pequeno núcleo familiar” ia se desenvolvendo feliz e com muita fé esforço e dedicacao fui pegando mais projetos e fazendo mais obras e tudo ia andando “apertado”…mas bem…

Trabalhava em casa, mesmo como autônomo e ia construindo minha família com muito carinho e hj já tenho 30 anos de casado e um filho maravilhoso…

Contudo em 1995,  tudo mudou e aí, COMEÇA A MINHA HISTÓRIA OCULTA, e que se compartilhei, até hoje,  com alguns colegas no profissional, foi com poucos, pois nunca fui adepto do vitimismo, muito pelo contrário, tenho plena convicção de que somos agentes transformadores da sociedade, de nós mesmos e do planeta…

Nesta época, minha vidinha andava bem, a parte das dificuldades normais, que a grande maioria encontra na vida….mas em 1995 aconteceram dois grandea eventos simultâneos…minha mãe sofreu um grave acidente de carro, que quase perdeu sua vida e a dos meus sobrinhos e ao mesmo tempo, minha esposa que estava grávida pela 2a vez, entrou em trabalho de parto e tivemos uma linda menininha chamada Yasmim.

“Coincidentemente”, as duas foram internadas na Beneficiencia Portuguesa, onde, na época minha sogra trabalhava.. Minha esposa na maternidade e  minha mãe, que tinha sido socorrida para o mesmo hospital no setor de trauma e cirurgia e, eu, dividido, entre a alegria e a preocupação andava de um lado para o outro..

Só que, nesta fase começou em nossa vida  um drama , ou um “pesadelo”, daqueles que só assistimos em  novelas e achamos que nunca iremos paasar por algo parecido.

 A neném, logo apos nascer, teve uma icterícia e começou a apresentar algumas sintomas, que os médicos não descobriam e nós não conseguíamos sair do Hospital. Eu ia de uma ala a outra, ora com minha esposa, ora com minha mãe que foi operada de diversos traumas do acidente, ( graças a Deus, sobreviveu e meus sobrinhos não se machucaram) e ora no berçario, para saber como estava a neném……..então, eu, minha esposa, o bebê e minha mâe continuávamos passando os dias no hospital.

Isso se prolongou, até que os médicos, sem mais recursos, resolveram fazer uma cirurgia no bebê, para entender o que estava acontecendo.

Fizeram uma cirurgia exploratoria, abriram sua barriga e fecharam…sem nada poderem fazer…

E, depois, nos deram a seguinte notícia…”sua filha tem uma doença rara, chamada  Atresia  das Vias Biliares “, não tem os canais biliares e vai precisar de um tratamento muito especial até que ganhe tamanho e peso para receber um transplante de fígado e deve aguardar na fila de transplantes, alem de vocês terem que se dedicarem a um tratamento especifico para ela aguentar a espera , ganhar peso e a doaçâo se um órgão compatível.

Ficamos, então com as duas “doentes”….minha mãe e minha filha, e meu pai financeiramente indo ladeira abaixo…

Apesar do susto de toda esta situação eu, já com muito trabalho que vinha desenvolvendo de consciência “espiritual” e minha esposa, nunca reclamamos, nunca nos vitimamos e procuramos aceitar a situação, e seguimos unidos  com nossas vidas, apesar de muitas idas e vindas com a neném a médicos, hospitais e tratamentos, pois tínhamos mais um filho, com 4 anos para criar e dar carinho, tambem.

Eu, como já citei, continuava estudando, trabalhando de dia e de noite…até que após 11 meses, os médicos , pelo estado de saúde da neném, nos disseram que haveria uma segunda possibilidade, muito nova, até então no Brasil , o transplante intervivos, só que ela precisaria, ainda, ganhar mais tamanho e peso e que , apesar dos riscos este tipo de cirurgia vinha tendo muito sucesso.

Então, ocorreu, que nesta época, ela foi internada no Hospital Sírio Libanês para fazer alguns exames , porque era uma das poucas equipes no Brasil que tratavam deste tipo de casos de transplantes intervivos.

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Ao longo dos exames…, ela não saiu mais. O estado de saúde dela piorou repentinamente e fomos aconselhados para salvar sua vida a, imediatamente, tentar um transplante intervivos.

Como minha esposa era diabética e eu compatível, assumi o risco sem nem pensar. Meu pai e meu sogro, na época, desesperados, fizeram um acordo com o Hospital, para tentar cobrir as despesas e eu, que estava já com muitos projetos e obras, larguei tudo na mão de um amigo engenheiro e através do meu cunhado, a família abriu uma conta e começou a arrecadar dinheiro via contribuicao para fazermos frente à situação e ajudarmos no pagamento das despesas.

Eu fui , praticamente de um dia para outro, internado e para a cirurgia simultânea, que Infelizmente, não deu certo…. Apesar de a cirurgia ter sido um sucesso, ela não aguentou a recuperação e faleceu, ainda, no Hospital…

Eu estava com uma cicatriz em T invertida que ia de um lado ao outro do abdomem e de cima a baixo…e acho, que devia  ter acabado de sair da UTI…, não lembro, se foi um ou dois  dias depois…

Eu, sempre tive um grau de sensitividade e neste dia, por algum motivo, desmaiei no Hospital antes de saber a noticia…

Quando acordei, estavam ao meu lado  o Dr Carone (médico da equipe que participou de todo o nosso  processo),ao lado da minha esposa para me darem a triste notícia do que ocorreu…

Na época, apesar de tudo, após a minha alta, abatidos, eu e minha esposa voltamos tristes para casa, mas como tínhamos uma fé muito grande, entendemos como um processo do destino, um desígnio de Deus, que estava em nosso caminho e no dela e, que precisávamos, de alguma forma, seguir em frente.

Pela afetividade, que desenvolvemos com todos os médicos, pegamos todo o dinheiro arrecadado, na época e pagamos a parte médica…

A parte hospitalar, fomos executados, pois meu pai e meu sogro não conseguiram cumprir o acordo e com o seu falecimento, as contribuições pararam e tudo  virou uma grande disputa judicial entre o Transmontano, o Saúde Bradesco , eu e o hospital…que tirou muitas horas do meu sono….

Bom, nesta época já tinha 10 anos de trabalho espiritualista(não é espírita….e sim ligado ao desenvolvimento da intuição e da sensibilidade) e recebi muito apoio da família e do grupo espiritualista, que participava.

Como meu colega havia assumido  as minhas obras de um dia para outro resolvemos, então, montar, como sócios um pequeno escritório de Arquitetura e Construção em cima da loja de tintas do sogro dele, na Freguesia do Ó.

Eu entrei com os clientes e a carreira que vinha desenvolvendo e ele, como era mais novo,com o escritório do sogro. Durante dois anos, não pensei em outra coisa, do que trabalhar, cuidar da minha família e seguir em frente.

Em pouco tempo, já tínhamos clientes como a Gafisa, Garbo e realizamos muitos projetos e obras, mas após dois anos, acabamos nos separando.

Como eu já era relativamente conhecido no mercado, mas não tinha sede, acabei dividindo o escritório de representações de roupas que meu pai, ainda, mantinha em um edifício residencial proximo a praca 14 bis e, onde tambem, morava em outro andar a minha avó paterna.

Fui, então tocar o barco sozinho…Enfrentei, como todo pequeno empresário, várias crises financeiras em um mercado muito difícil de concorrer…e em uma destas crises, como eu entre outras coisas montava lojas e meu pai vendia roupas para as lojas, acabei entrando de sócio por 2 anos com meu cunhado nos negócios a convite do meu pai, pensando em me ajudar, e, como , eu tinha acesso fácil aos Shoppings Center, abri grandes clientes de cadeias de lojas como CeA, Yatchamn, Mercearia, Benneton, Side Walk e muitas outras e desenvolvi a habilidade de negociação…

Entretanto, as comissões demoravam um ano para chegar, vendi meu carro para ajudar, mas, meu pai não deixava eu administrar o escritório, criou uma rivalidade entre meu cunhado e eu, e acabamos todos “endividados até o pescoco”, tendo que vender onde morávamos e começar td de novo, só que desta vez na minha profissão de origem…

Foi uma época muito difícil, pois meu pai não querendo que eu me afastasse dos seus negócios, complicava mais, ainda, a situação, e eu passei a trabalhar novamente na minha profissão, “meio que escondido em casa” pois a empresa familiar, ainda, continuava.

Mais uma vez, superei este desafio e, acabei, retornando muito forte a minha profissão.

Nesta época adquiri grandes clientes como a  Natura e a Daslu, entrei no mestrado na FAU da USP e retornei ao meu crescimento pessoal.

Tudo corria, novamente, bem até que em 2005, passei por um processo de saúde muito estranho…

Eu estava, novamente na minha área, com meu escritório, com uma família bem estruturada, quando no final de 2004, em uma das crises bipolares da minha mãe, ela acabou falecendo em um acidente de transito…

Como eu, ainda dividia o escritório de meu pai, e ele havia perdido de acidente de carro o pai, a mãe e, agora a esposa e,  todos estavam abalados, pela última crise financeira que havíamos passado juntos, eu , para ajudá-lo, comecei a cuidar de parte da papelada do falecimento de minha mãe.

Foi, nesta época que comecei a sentir dores muito fortes nas costelas que se irradiavam pelas minhas cicatrizes abdominais e pelo meu estômago, e passei a não conseguir ter posição confortável, não conseguia comer direito e tinha muitas dores .

Está crise foi a primeira grande crise que tive em 2005 , 10 anos após a cirurgia e, que acabei, depois de muitas idas e vindas ao pronto socorro e médicos, sendo internado na Beneficiencia Portuguesa, onde a equipe de gastros achou que eu estava com uma hernia na cicatriz, abriu , novamente metade, da mesma, e , de pois nada mudou.

Hoje,conhecendo melhor o que estava ocorrendo, acredito que tenha sido um grande erro médico, mas, na época, eu estava muito confuso.

Após este incidente , eu fui ao fundo do poço…as dores não melhoraram e eu, abalado tive que me recuperar mais uma vez de outra cirurgia na mesma região, ou seja era a terceira vez que operava o abdomem.

Foi nesta época, que comecei a pesquisar sozinho o que eu podia estar tendo e acabei ingressando no grupo de doenças funcionais do aparelho digestivo no HC, onde um médico , o Dr. Carlos Felipe, que hoje é meu amigo, por conta de tantos anos me acompanhando, começou a me medicar a base de amitriptilina em baixas doses e as dores, começaram a regredir, juntamente com um trabalho de imposição de mãos, que eu recebia na Mahikari, instituição espiritualista(não é espirita), da qual faço parte até hoje.

Em 2008, com estas dores mais controladas fui encaminhado ao departamento de fisioterapia do HC para fortalecimento muscular de toda a regiao.

Entretanto, pelo descuido de uma das fisioterapeutas , que me manteve no aparelho de eletro estimulacao por mais tempo que o devido, todo o processo de dores reestartou, novamente, só que desta vez a partir do lado direito das costelas,

Nesta época conheci no HC uma fisiatra, a Dra Sumie Iwasa, que utilizava um tratamento alternatvo denominado O Ring Test e que conseguiu reverter minha crise e, ainda me apresentou a uma fundação, que a mesma havia fundado denominada ACL , que, entre outras atividades, mantinha um ambulatório gratuito de medicina alterantiva, com vários médicos, todos voluntarios, além, de ter cursos herdados de uma Judia Polonesa que aplicava uma tecnica terapeutica, de mesmo nome ACL(Autoconhecimento, Comunicacao e Liderança).

Por esta fundação passaram eu, minha esposa e meu filho por diversos cursos que eles mantém, gratuitamente, ate hoje, e, de tempo em tempo fazemos uma reciclagem, inclusive fizemos online, no início da pandemia.

Mais tarde, depois de muita busca física/mental/espiritual , vim a descobrir que pelo excesso de cicatrizes no abdomem eu havia desenvolvido crises de uma Neuropatia Abdominal, por lesão dos nervos abdominais nas diversas cirurgias muito próximas, uma das outras….mas que fora das crises era possível de conviver com medicação e trabalho muscular bem orientado…

Levei, novamente , cerca  de 1 ano para me recuperar da saúde e entrei em uma nova crise financeira.

Ainda assim, tocava meu escritório até que na crise financeira do país em 2008, cansado de altos e baixos, resolvi ir a uma entrevista na Lopes Consultoria de Imóveis..

Quem me entrevistou, pessoalmente, na época foi um gerente(que na época era uma espécie de coordenador) com o apelido de “Obama”…muitos da Lopes e da área Imobiliária, sabem à quem estou me referindo…..

Ganhei então o apelido de Ralf, e, apesar de Arquiteto não entendia nada da área Imobiliária e de Lançamentos, mas, resolvi experimentar…pois, já estava bem endividado e cansado de tantas crises, ora de saúde, ora financeira, ora as duas juntas…

Não foi fácil, estava acostumado a trabalhar em meu próprio escritório, tinha mesas de 2 metros para reunião, independência, tratava com clientes no nível da Natura, onde prestei durante 4 anos serviços de Arquitetura, e andava de calça Jeans e sapato tênis.

De repente, para poder sobreviver a sequência de crises…fui trabalhar em uma equipe chamada “Equipe Viva de Oferta Ativa”…era, praticamente, uma equipe de telemarketing comandada por um workaholic muito exigente e difícil de conviver profissionalmente.

Ainda, assim, tirei o CRECi, mas não podíamos vender e só ligávamos para os clientes para irem para os eventos nos estandes e , caso, ocorrese uma venda, seria um “fifty”)metade da comissão) com o corretor do plantão que tivesse fechado a venda com o cliente.

Era muito difícil controlar o que ocorria com o cliente e, como eu não tinha certeza do que estava fazendo e demorei 6 meses para fazer um fifty., com a pressão financeira e da restrição da minha liberdade e criatividade, tinha vontade de chorar todos os dias…

Entrava na Lopes por volta das 9 horas, fazia oferta ativa(Ligaćões), sem parar ate as 16 horas, voltava para meu escritório de Arquitetura que mantive por mais 2 anos e  continuava trabalhando, até tarde da noite na esperança do mercado se recuperar…

No final de 2009, está equipe, que não vendeu nada durante meio ano, e que participou da implementação de todos os sistemas da Lopes, até chegar na ferramenta, hoje, conhecida como LopesNet , recebeu como mérito, ser migrada para Equipe On line de atendimento e vendas, um setor que na época, vendia muito, era muito qualificado e difícil de entrar.

Muitos dos corretores, desta época, hoje são gerentes importantes do mercado e muitos dos gerentes viraram diretores na Lopes, ou em grandes Incorporadoras.

Neste novo ciclo eu fui um dos campeões de venda da Equipe, me destaquei como corretor, o “Obama” com o tempo virou diretor do Online e eu  virei o 1° gerente online que veio da antiga ” Equipe Viva de Oferta Ativa”, que na época era mais morta do que viva….e a Lopes inaugurou uma casa dedicada exclusivamente ao setor online.

De repente, eu estava lado a lado das maiores feras, de gerentes do mercado. A maioria deles com a entrada do Obama como diretor acabou saindo, e muitos como o “Monteiro”, que, hoje é Diretor Comercial da You e, que, também, havia sido meu gerente na minha época de corretor, hoje são grandes diretores neste mercado.

Foram muitos que com o tempo viraram Diretores…Mayara, Meire e muitos outros…

O que poucos sabiam , durante, toda esta época e, alguns, agora irão descobrir o porque das minhas saídas, ao menos uma vez na semana para sessoes de fisioterapia é que eu continuava com muitas dores na região das cicatrizes e fazia uso de remédio continuo, para suportar trabalhar 7 dias por semana na base de dez horas ou mais por dia….Eu, aguentava calado….

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Como tínhamos, na época de corretor online, dois gerentes, um no online e outro no salão, não posso deixar de citar meu grande amigo, que, também foi meu gerente, “Leafar” e, que com o tempo fez uma carreira brilhante, principalmente ao lado da Incorporadora Helbor.

Nesta carreira de  gerência, formei muitos corretores que hoje estão “detonando” por aí, entretanto, por eu ter um estilo de liderança baseado na integração, cumplicidade e empatia, minhas equipes acabavam demorando um pouco mais para amadurecer, mas acabei formando grande corretores e fui ficando conhecido no Mercado.

Eu já trazia uma bagagem de liderança de projetos e obras de sucesso e, para quem lidava com obras e projetos de arquitetura, já estava acostumado a liderar e tinha muita facilidade em assimilar as necessidades do cliente x os empreendimentos que tínhamos na prateleira e, assim, mesmo corretores que nunca haviam trabalhado na área, através de uma metodologia que desenvolvi, aplicando os conceitos de arquitetura na venda imobiliária iam se tornando, com o tempo, grandes corretores…

Eu, não me importava, muito com as minhas divergências, pois o que eu gostava mesmo era da adrenalina de “novos desafios”, e me concentrava mais na realizaćão profissional dos corretores…

Fui indicado, então, para criar um projeto idealizado pelo Marcos Lopes(um dos proprietários da Lopes), para desenvolver na Lopes Condessa, uma das maiores filiais de vendas de imoveis de terceiros, para criar um online de Lançamentos, que, depois seria replicado nas demais filiais de terceiros.

Montamos toda uma equipe do zero e estruturamos desde o telefone até o site e treinamento de todos os corretores…Fiquei muito amigo do atual dono da Lopes One, o Bruno, que na época era sócio de seu pai na Lopes Condessa e hoje lidera uma das campeãs de vendas das franquias de terceiros…

A confianća era tao grande , que eu tinha a chave da imobiliária e, na maioria das vezes, era o primeiro a chegar e o último a sair….trabalhava , como único gerente de lancamentos ao lado de cerca de mais 10 gerentes de terceiros…

Com o tempo e crise politica/econômica no Brasil, a Lopes saiu do projeto, e eu voltei para a Matriz na Rua Edtados Unidos , de onde havia saído, para desenvolver um novo projeto de vendas.

Desta vez, diretamente para o Sr. Abrão ,ex sócio da Even e proprietário da You Inc, uma grande incorporadora.

Apesar de terem me dito que eu teria uma equipe de 30 corretores, na prática isso não ocorreu, pois estes corretores eram emprestados das demais equipes online e seus gerentes nao quiserão deixá-los para atender a um único empreendimento, de díficil venda.

Montei, então, rapidamente uma.pequena Swat com cerca de 7 a 10 corretores de vendas online, dedicados exclusivamente a venda do Hotel You Ibis São Caetano, a fim de não deixar a You na mão.

Está equipe atendia investidores no Brasil e em Miami através de oferta ativa e do atendimento de Brasileiros que moravam em Miami e assistiam a propaganda do Hotel, em uma publicidade realizada pelo Amaury Jr, durante as novelas brasileiras em Miami. Como o fuso horário era diferente, ficávamos na Lopes até as 24:00h, para não perder nenhuma ligação. Era um tipo de venda altamente especializada.

Estavamos em plena crise política do Impeactchman da Dilma , e as notícias do Brasil não eram muito encorajadoras fora do Brasil…Ainda assim, treinei a equipe, participei de todo o Marketing, dormi no You Ibis da Frei Caneca , levamos os corretores de Van para treinamento no estande, montamos sctipts em Português e Inglês e atendi muitos investidores até que ao final de nosso contrato, o projeto foi passado para continuidade pela Lopes do ABC, pela sua posição estratégica e próxima do empreendimento.

Depois, voltei a ser gerente do Online e assim caminhei , entre algumas desavenças e outras com  o Diretor o “Sr, Obama”, que, apesar de todas as diferenças e discórdias pelo estilo de liderança humanizado que eu tinha, foi quem me formou neste mercado..

Entretanto, ao longo de todos estes anos minhas dores ora melhoravam, ora pioravam, mas eu permanecia quieto e dedicado, pois não achava positivo mostrar está fragilidade e minha história.

Até que em 2017, já afastado da Lopes, passei novamente por uma crise neuropatica abdominal, e tive que largar tudo e fazer um tratamento de cercas de 8 meses com o acompanhamento de um neurologista, que também, hoje, se tornou meu amigo, o Dr. Hugo Doria.

Em 2018 , por muita insistência da Nova Diretora e já conhecida no mercado, a ” Adelaide” voltei, novamente como gerente do Online pois, devido a crise de saúde estava financeiramente instável.

Atualmente ela se encontra dedicada a política e foi uma das fundadoras do movimento “Vem pra rua”

Acabei aceitando e montei uma nova equipe ficando até o final de 2019..

Ao longo de todo este tempo, paralelamente eu desenvolvia um projeto pessoal em um blog chamado serimovel, onde eu vinha integrando meus diversos conhecimentos nas áreas de Arquitetura e Lançamento e cujo site é o http://serimovel.com/ , conectado a um site deArquitetura,  http://holosarquitetura.com.br/  criando uma espécie de portal, integrando as minhas diversas áreas de conhecimento…

Após minha última saída da Lopes em Dez de 2019, resolvi que iria tirar um tempo para refletir, descansar e retomar meu caminho do meu projeto pessoal de integraćão das minhas diversas áreas e experiências adquiridas ao longo de todos estes anos, na Arquitetura , em Lancamentos e no mercado online, através de meus blogs…

O que eu não sabia, é que iríamos enfrentar uma pandêmia e que no meio da pandemia eu iria passar pela maior crise de dor neuropatica que já havia tido, desde a 1a em 2005 , seguida por uma em 2008, e uma em 2017, que não cheguei a me recuperar por completo …e que é um dos motivo pelo qual, acordei ontem com esta intuição…” preciso contar minha história” mesmo porque, como citei no início deste texto vim recusando várias propostas de grandes Incorporadoras para voltar ao mercado…

Apesar de, continuamente nos últimos anos, investir muito em autoconhecimento, fisioterapia, além de outras atividades para lidar com todo meu histórico, em meados de outubro do ano passado, após alguns meses na pandemia e trabalhando em meu projeto pessoal, as minhas dores neuropaticas começaram a estartar novamente…

Como eu, com o tempo, já havia me acostumado a lidar com ela, conversei com o gastro do HC, pelo telefone, que já me acompanha desde o primeiro episódio em 2005 e tentamos controlar o meu quadro por troca de mensagens e com os medicamentos, que eu estava acostumado, mas desta vez, não houve sucesso e comecei a piorar.

Então,  ele me aconselhou a procurar um clínico geral….

Fiz alguns exames, mas neste interim, meu quadro se agravou e passei a ter dores tão intensas, que já não conseguia permanecer sentado para trabalhar e, passsei a tentar trabalhar recostado na cama…

Mesmo com alguns medicamentos, passei a não dormir a noite, por conta das dores, que disparavam só de encostar a roupa, uma característica deste tipo de dor que chama “alodina”…..

Desde outubro de 2020, até agora estou enfrentando , a maior crise neuropática abdominal, que já tive e é o mótivo que me levou a contar parte da minha trajetória…

Pelo excesso de dor, dificuldade de encontrar posição para trabalhar, e para dormir, e tendo alterações digestivas, comecei a entrar em um processo de ansiedade, com medo de , no meio da pandemia, vir a ter que ser internado , ou passar por uma nova cirurgia, e, pelos traumas anteriores acabei desenvolvendo uma sindrome de pânico, mas não sabia direito o que estava ocorrendo…

Procurei um excelente neurologista, que havia me tratado em 2017 , e já me conhecia, mas , desta vez a medicação para as dores, não funcionaram…

Já estávamos em meados de dezembro, comecei a ter dificuldade de falar com o neurologista, que já havia saído de férias, mas quando, consegui ele me disse que meu caso era complexo, para eu tentar voltar a tomar a medicação antiga , que tinha em casa e aguardar o seu retorno, para uma nova consulta…

Entretanto, neste ínterim, fui piorando e, não sabia, mas o pânico estava contraindo a minha musculatura e, acabei entrando em um ciclo de dor, que disparava a ansiedade, que disparava o pânico, que contraia meu abdomem e piorava a dor…

Era final do ano, não encontrava outros médicos pelo convênio que se interessarem, pelo meu caso, porque só para eu contar a história , já levava mais tempo que a consulta…até, que já no 5° mes uma otorrino, me indicou um excelente gastro, pois após fazer um exame, verificou que eu, também, tinha sinais de refluxo…

Fui a este médico, e já nem estava conseguindo andar direito, e o mesmo se interessou pelo meu caso é me indicou uma série de ressonâncias da parede abdominal , endoscopia e um neurologista clínico…

Só, que não deu tempo, no dia seguinte a consulta, acordei com tanta dor, com tanto pânico, pois já estava há muitos meses, sem acertar um tratamento, que acabei indo parar no hospital de Samu, de tão desabilitado, com dores terríveis, pânico e dificuldade de conseguir respirar…

Fiquei internado por 3 dias, recebendo analgesia intravenosa e, como o risco de Covid, estava muito alto e eu muito debilitado, fizeram apenas uma tomografia e, apesar de eu estar com todas guias para fazer a endoscopia e todas as ressonâncias, no 3° dia, me mandaram para casa, assim mesmo, com o diagnóstico de neuropatia e, que eu desse continuidade ao tratamento ambulatorial com um gastro, um neuro e um psiquiatra, devido ao pânico…

No hospital, devido a analgesia continua pela veia, eu havia melhorado um pouco, mas ao chegar em casa e passar o efeito, as dores retornaram e eu passei a ter movimentos descontrolados pelo corpo todo, em uma mistura de excesso de trocas de medicação, dor, pânico e fraqueza geral….eu, realmente, cheguei a pensar que ia falecer e não estava mais aguentando…a situação estava tão complicada, que a minha esposa, desesperada, também passou a ter ataques de pânico…

Desesperados, nesta altura, nos foi indicada uma neurologista do Hospital Santa Cruz , que por acaso, também fazia parte da instituição espiritualista que frequento( não é espírita, e uma instituição muito próxima dos ensinamentos do Budismo)…Um casal de amigos, se disponibilizou a me levar a está neurologista que , enfim começou a acertar a medicação para a dor além de pedir uma série de exames.

No dia seguinte, também consegui ir a uma psiquiatra, para tratar o Pânico, que se misturou a história toda…

E, depois de cerca de um mês, de medicação fortíssima para dor, para o pânico e para a parte gástrica e muita oração eu comecei a melhorar…

As dores começaram a se amenizar, eu comecei a conseguir dormir e comer melhor, mas já tinham se passado cerca de 8 meses…

Neste período, acredito que tive muitas proteções divinas. Foram tantas, que, acredito, que se não fosse estas proteções, eu teria partido…

A partir de um determinado momento, desta fase toda, cuja consequência financeira, física e emocional foram desastrosas, comecei a fazer um trabalho muito forte de aprofundamento da minha fé, de revisão de todos os objetivos, papeis e missões de vida e, recentemente, baixei o orgulho e comecei a pedir auxílio financeiro através de uma Vakinha virtual….,

Mas, muito além de, somente pedir auxílio, comecei a perceber,que, se com tudo que passei na vida, até aqui e apesar, de, ainda não estar bem, mas estar vivo, ter conseguido formar um núcleo familiar muito sólido e, mesmo com tantas crises de saúde, financeiras e perdas familiares, ainda assim, ter formado uma carreira, que me deixou as portas abertas para retornar a qualquer momento ao mercado, tanto imobiliário, como o de arquitetura, além de uma trajetória, também, nas áreas espirituais e de autoconhecimento, eu deveria a agradecer .

E, hoje, enquanto me recupero e aguardo, até setembro, a segunda dose da vacina, para, depois fazer com segurança, todos os exames, a fim de poder retornar aos médicos e, ter um diagnóstico mais preciso, para saber quais os procedimentos e tratamentos qu terei que fazer, para poder voltar a conseguir ser produtivo… eu deveria me abrir, contar minha história e, talvez inverter todo o processo, para que outras pessoas, que estejam atravessando toda e qualquer tipo de dificuldade, principalmente nesta fase que nossa sociedade está vivendo, acreditem, que é possível superarmos, todo e quaisquer desafios na vida…

e, que quando nos conectamos com o divino, conosco mesmos e com o próximo, mesmo enfrentando os nós da vida, ainda assim, é possível contribuirmos, de alguma forma, com ao menos uma mensagem de esperança, e para que todos, que estiverem passando por dificuldades em suas vidas, não desistam…

Tenho recebido muito auxílio divino, seja através diretamente da força para continuar meu caminho, ou indiretamente, pelo apoio, pelo carinho e auxílio de parentes, amigos, colegas e, de pessoas, que nem imaginava.

Quando nos abrimos aos sentimentos de gratidão, perdão, fé e esperança, tudo é possível…

Não posso deixar de mostrar a minha gratidão especial a minha esposa, que se manteve ao meu lado durante todos estes meses e mais do que isso, durante todos os anos de desafios que passamos, até agora e que, ainda assim, continuamos unidos, ao meu filho, este ser especial, que, mesmo distante, sempre tinha uma mensagem de acolhimento de compreensão e até de ajuda material e nao de julgamento, aos meus sogros, que, também, me ajudaram, aos medicos que me acompanharam e não desistiram, a todos meus amigos mais íntimos e a minha família, que o tempo todo me incentivaram e ao divino, por me manter até agora nesta vida, a fim de que eu possa continuar aprendendo, evoluindo e, também, de alguma forma auxiliar e retribuir na transformação do próximo, da sociedade e do planeta em que vivemos…

E, faltava, dividir, toda essa história de vida, ao menos até aqui, com meus colegas profissionais…para, caso, estejam, também, passando por algum tipo de dificuldade, seja material, física, mental ou espiritual, continuem acreditando, que não desistam de lutar por está maravilhosa criação divina que é a vida…

Sei que o texto ficou muito longo, e , evidente, que minha vida não teve e tem apenas desafios, mas, também muitas bênçãos e alegrias, …e que se você, ficou até estas últimas linhas lendo toda está história, é porque, a mesma deve ser de alguma utilidade….

GRATIDÃO

E, caso, de alguma forma você se conectou com a minha história e tiver condições de me auxiliar neste momento, seja contribuindo com a Vakinha no link abaixo, seja comprando simbolicamente um curso em vídeo que eu preparei ao longo da minha experiência nas áreas que trabalhei, ou apbenas replicando meu texto, ou ainda, se identificando com algum dos blogs, abaixo, para , eventualmente, podermos desenvolver algo em comum, apesar de neste momento, eu, ainda estar um pouco desabilitado, agradeço e será muito útil a sua colaboração.

Um grande abraço.

Flávio Westmann, (Ralf)

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(Doaçâo)Vakinha virtual ; https://vaka.me/2171369

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